capim vaquero
Compartilhe:

Capim Vaquero - Cynodon Dactylon - Pacote com 01 kg

Código: CE8985

A implantação do Capim Vaquero é o principal fator de sucesso da forrageira. Já podemos dizer que não é um pasto, e sim uma lavoura de forragem

R$ 59,00 R$ 49,00 até 3x de R$ 16,33 sem juros
R$ 46,55 no boleto

Produto indisponível
Parcelas
  • 1x de R$ 49,00 sem juros
  • 2x de R$ 24,50 sem juros
  • 3x de R$ 16,33 sem juros

Capim Vaquero


Descrição técnica

Hábito de crescimento Rizomatoso e Estolonifero 
Período de estabelecimento 10 a 21 dias 
Nível de N requerido 112 a 168 kg/há 
Tolerância anaeróbica do solo Excelente 
Precipitação mínima Maior que 400 mm/ano 
Rendimento da Matéria Seca 4,5 a 13,5 ton/há/ano 
Rebrote Muito bom 
Utilização Principal Pastoreio e fenação 
Reprodução vegetativa/ Velocidade de recuperação Alta
Proteína Bruta 20 a 33 % 
Endófito Não 
Taxa de plantio 08 a 12 kg/há 
Utilização recomendada Pastoreio de Eqüinos, Muares e Ovinos, Caprinos 


O capim Vaquero apresenta altos índices de produção de massa verde, alta palatabilidade, elevado valor nutritivo e teor de proteína, resistência a veranicos e ao frio, aliado ao alto poder de cobertura do solo.

A implantação do Vaquero é o principal fator de sucesso da  forrageira. Já podemos dizer que não é um pasto, e sim uma lavoura de forragem. Como as sementes são descascadas e tratadas para quebra de dormência, 1 g possui 3.500 sementes – muito miúdas – portanto com pouca reserva e não tolera erros em sua implantação. Não incorpore a semente mais do que 5 mm (0,5cm). Após semeadura, compacte levemente o solo para favorecer a germinação mais uniforme. Uso de 8 a 12 kg/ha de sementes.


Tipos de Solo

O Capim Vaquero exige solos com PH maior do que 6,2, mas suporta muito bem os levemente básicos, com PH até 8. Saturação de bases maior que 70%. Prefere os solos leves, mas vegeta satisfatoriamente em argilosos, desde que bem drenados – não pode haver alagamento prolongado.


Adubação

  • Nitrogênio (N)Vaquero responde a adubação N, sendo ideal repor 9 kg de N por cada tonelada de feno colhida ou 25 kg de N por Hectare após o pastoreio.
  • Potássio: sempre que o solo apresentar teor de K menor do que 1,2mmol/dm3, deve-se aplicar de 48 a 60 kg/há de K2O – 80 a 100 kg/há de KCl.
  • Fósforo: corrigir o teor antes do plantio.

Obs: Pode-se usar esterco bem curtido, tortas, ou chorume em cobertura, logo após o pastoreio.


Indicado para:

  • Equinos: feno e pastoreio em piquetes.
  • Caprinocultura de Corte: feno, pastoreio rotacionado, integração lavoura-pecuária, silagem.
  • Caprinocultura Leiteira: feno, silagem e corte e fornecimento no cocho.
  • Ovinocultura: pastoreio rotacionado, integração lavoura-pecuária.
  • Bovinocultura de Corte: feno, silagem, integração lavoura-pecuária, pastoreio rotacionado e pastagem irrigada.


Sistemas de Produção

Fenação: ótimo para fenação, pois apresenta elevado teor de folhas, talos muito finos, alta velocidade de secagem e elevado valor nutritivo, podendo o feno ser utilizado em todos os criatórios. Seu ciclo de fenação é de 4 a 5 semanas, e exige, para se manter ótimos índices de produção que haja reposição de nutrientes exportados, como 9 kg/há de N para cada tonelada de feno colhida. Seu feno é de grande valor nutritivo. Altura de corte de 6 a 8 cm.

Pastoreio Rotacionado: com ciclo de rotação de 28 dias, para se aproveitar a melhor fase de uso, e pelo grande poder  rebrote, ela perfeita para este sistema de produção. Não se deve esquecer de repor o K e o equivalente a 25 kg/há de N depois do pastoreio. A altura de retirada deve ser de 6 a 8 cm.

Silagem: Pode-se fazer silagem da massa excedente durante o período mais quente e úmido. Deve ser usado fermento para evitar fermentações indesejáveis como alcoólica e butírica. O ciclo de corte é de  30 a 40 dias, com altura de corte de 6 a 8 cm também. A produção esperada é comparável ao do milho, ou seja, por volta de 50 ton/ano por hectare.

Corte e fornecimento direto no cocho: para os pequenos produtores, principalmente de leite, podem utilizar este método de produção, com corte entre 6 e 8 cm de altura. Repor N e K, como na silagem.

Pastagens Irrigadas: popularmente é conhecida como “Boi Irrigado”. A grande vantagem do Vaquero sobre qualquer Colonião, que é a  forrageira mais usada para tal, é que ela necessita de 1/3 da água requerida pelo Panículo, portanto uma enorme economia de recursos.

Integração Lavoura-Pecuária: Exclusivo para quem é adepto do sistema de Plantio Direto, é a melhor forma de aproveitar a área e as sobras dos insumos aplicados na área de lavoura com uma ótima rentabilidade. Deve ser plantado após a colheita da lavoura de verão, como “safrinha”. O vaquero presta-se muito bem a este propósito, pois cobre muito bem o solo, fornece forragem de alta qualidade e maior capacidade de uso de lotação.

Plantio em Piquetes: para equinocultura e sistema “SISCAL” de suinocultura. É uma planta que se enquadra bem, porém deve-se fazer pelo menos três aplicações de N e K por ano para reposição e manutenção da fertilidade do solo.


Vantagem das sementes peletizadas

  • Coberta com uma camada de Yoorin e outros macro e micro nutrientes.
  • Protege e alimenta a futura planta.
  • Semente com pureza superior a 98%
  • Sementes com tecnologia de recobrimento das sementes.
  • Livre de ovos da cigarrinha e sementes de ervas daninhas.
  • Livre de doenças como nematóide do cisto.


Insuperável no manejo:


• Pode ser tratada com fungicida. 
• Não apresenta problemas na mistura com adubos nitrogenados ou potassicos.
• Formato e tamanho homogêneos favorecem a regulagem da plantadeira.


Clique aqui para assistir o vídeo comparativo: Vaquero vs Tifton 85


Semente incrustada

Ovinos e Caprinos

Equinos

Bovinos

Feno

Pisoteio

Aproveite Também

R$ 100,00

até 3x de R$ 33,33 sem juros
R$ 95,00 no boleto

R$ 35,00

até 3x de R$ 11,67 sem juros
R$ 33,25 no boleto
Indisponível