Estilosante Campo Grande

Estilosante Campo Grande - pacote c/ 05 kg

Ref.: 8991 Compra Segura

O estilosantes é uma forrageira rica em proteína e executa uma função importante de transformar o nitrogênio encontrado na atmosfera e fixá-lo biologicamente no solo, reduzindo os investimentos em insumos agrícolas, contribuindo para a redução dos impactos ambientais e possibilitando maior ganho de peso nos animais. O ganho animal nas consorciações é de 20% a 30% maior do que na gramínea pura sem adubação nitrogenada.

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Características Principais do Estilosantes Campo Grande

Família: Leguminosas
Espécie: Stylosanthes capitata e Stylosanthes macrocephala
Cultivar: Campo Grande
Ciclo vegetativo: Bianual
Hábito de crescimento: semi-ereto
Tempo de formação: 180 dias
Altura do corte (pastejo): 20 cm  
Matéria Seca: 14 t/ha ano
Proteína bruta na MS: 18 a 22 % da MS
Aceitabilidade: boa
Exigência em fertilidade do solo:baixa

embalagem do produto: 05 kg

Quantidade por hectare: 05 a 07 kg



Um dos maiores problemas enfrentados na pecuária de corte é a degradação das pastagens e o seu alto custo de manutenção, principalmente pela necessidade de uso de fertilizantes químicos nitrogenados, obtidos a partir do petróleo, recurso não-renovável, e custo comercial elevado. 


O Que é Estilosantes Campo Grande?


O estilosantes é uma forrageira rica em proteína e executa uma função importante de transformar o nitrogênio encontrado na atmosfera e fixá-lo biologicamente no solo, reduzindo os investimentos em insumos agrícolas, contribuindo para a redução dos impactos ambientais e possibilitando maior ganho de peso nos animais.

O estilosantes Campo Grande é uma mistura de duas espécies de leguminosas, Stylosanthes capitata e S. macrocephala. O Stylosanthes macrocephala, que possui um crescimento mais horizontal, com folhas pontiagudas e flores, na sua maioria, amarelas. 




Vantagens


Além das características de bom fixador de nitrogênio no solo e seu alto teor protéico, o estilosantes Campo Grande possui ainda:

  • grande adaptação a solos arenosos e de baixa fertilidade;
  • alta produtividade de sementes;
  • alta capacidade de ressemeadura natural;
  • boa capacidade de persistência em consorciação com Brachiaria Decumbens, Piatã e outros Brachiarias;
  • boa digestibilidade;
  • tolerante a desfolha natural e ambientalmente correto.



Formas de plantio


  • Na Consorciação, a taxa de semeadura do estilosantes Campo Grande deve ser de 2 quilos por hectare a 2,5 quilos por hectare de sementes puras viáveis (SPV) e, a das gramíneas (capim), é reduzida em 20% a 30%. 


  • Se for apenas o estilosante, é recomendado a utilização de 5 a 7 kg por ha.


  • As sementes de estilosantes são pequenas e a profundidade de plantio não deve ser maior do que 2 centímetros. No entanto, com gramíneas que não toleram plantios mais profundos do que 4 centímetros, como Andropogon gayanus, recomenda-se a distribuição a lanço das duas forrageiras, seguida de compactação com rolo.  


  • Para outras gramíneas dos gêneros Brachiaria e Panicum, que germinam em plantios mais profundos (3 centímetros a 5 centímetros), pode-se fazer a semeadura da gramínea a lanço e incorporar as sementes com uma grade niveladora, em abertura média; logo após, semear a leguminosa, também a lanço, na superfície e compactar.


  • Outros processos, como a semeadura com semeadeira-adubadeira, com plantio superficial ou com o uso de semeadeira, também podem ser utilizados, observando-se sempre as recomendações técnicas.  


  • O espaçamento comum para equipamentos mais tradicionais deve ser de 30 centímetros a 40 centímetros entre as linhas; para equipamentos mais modernos, que apresentam caixas independentes por linha, o plantio pode ser feito em linhas alternadas de 20 centímetros a 30 centímetros da gramínea e da leguminosa. 


  • Na utilização do Campo Grande, na recuperação de pastagens devem-se considerar duas situações básicas. A primeira, quando a recuperação é realizada com o preparo total do solo, onde a leguminosa é semeada a lanço ou em linhas e a gramínea retorna espontaneamente do banco de sementes existentes no solo. A segunda, é a introdução sobre pastagens em plantio direto. Essa prática é mais recomendada em pastagens em início de degradação.  


  • Na recuperação de pastagens, os pastejos devem ser iniciados 30 a 40 dias após o plantio e, no plantio de pastagens novas, de 40 a 50 dias após a semeadura, visando controlar o excessivo crescimento da gramínea.



Manejo e Ganho Animal


É recomendável que a gramínea não cresça muito, deixando espaço para que o Estilosante Campo Grande se desenvolva. Nos meses de outubro a dezembro, período de crescimento e estabelecimento de gramíneas, os pastejos devem ser mais intensos a fim de que surjam novas plantas por ressemeadura natural. No final do período de chuvas e durante o outono, o pastejo deve ser mais leve contribuindo para a produção de sementes e maior oferta de forragem no período seco. 


O ganho animal nas consorciações é de 20% a 30% maior do que na gramínea pura sem adubação nitrogenada.

Semente convencional

Ovinos e Caprinos

Equinos

Bovinos

Feno

Pisoteio

Adubação Verde

Resistente à seca

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